Dia Mundial da Saúde: Regional de Altamira alerta para importância da higienização das mãos

Unidade intensificou as ações de higiene com pacientes , acompanhantes e colaboradores.

O Dia Mundial da Saúde, lembrado nesta terça-feira, 7/4, tem como objetivo conscientizar a população a respeito da importância de manter o corpo e a mente saudáveis. Entre os cuidados básicos de prevenção, a má higienização das mãos é uma preocupação constante dos profissionais de saúde do Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira (PA).

O hábito de lavar as mãos reduz as chances de contaminação de doenças, promovendo a segurança de pacientes, profissionais de saúde e da população em geral. As mãos são as principais vias de transmissão de germes e microrganismos e, assim, sua correta higienização pode evitar o desenvolvimento de enfermidades, como diarreia, resfriados e o novo coronavírus (Covid-19).

A técnica de enfermagem Rosângela Oliveira faz parte do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) há dois anos e viu o número de ações e treinamentos de higiene disparar nas últimas semanas. O Projeto “Multiplicador de Atitude” ensina os colaboradores a fazer uma higienização correta e também a técnica adequada, limpando todas as partes necessárias. As ações acontecem de forma lúdica, com um cartaz especificando as partes do processo correto de higienização. Além disso, os trabalhadores também são convidados a repetir a técnica correta para fixá-la.

A diretora assistencial do Regional da Transamazônica, Luciane Madruga, reforça a importância da atuação na unidade, gerenciada pela Pró-Saúde. Segundo ela, a prevenção começa dentro de casa e manter a população esclarecida e atualizada das medidas de prevenção é um fator primordial para o combate da pandemia . “O simples ato de lavar as mãos, no momento que estamos vivendo, é um cuidado essencial, pois higienização inibe a aquisição de inúmeras doenças”, explica a gestora.

De acordo com a Luciane, a maior preocupação atual é com a Covid-19, entretanto, lembra que esses hábitos devem ser mantidos após a pandemia. “Reforçamos que, além da higienização das mãos, que a população também se atente para a limpeza de bolsas, sapatos, chaves e celulares com maior frequência, além de manter os bons hábitos de higiene pessoal e fugir do compartilhamento de talheres, canudos e copos”, finaliza a diretora.

Água e sabonete

As mãos devem ser higienizadas com água e sabonete nas seguintes situações:

• Quando estiverem visivelmente sujas;
• Ao iniciar e terminar o turno de trabalho;
• Antes e após ir ao banheiro;
• Antes e depois das refeições;
• Antes de preparar alimentos;
• Antes de preparar e manipular medicamentos.

Álcool gel

• Aplicar uma quantidade suficiente de preparação alcoólica em uma mão em forma de concha de modo que ela venha a cobrir toda a superfície das mãos;
• Friccionar as mãos entre si;
• Não se esquecer de espalhar o gel ou solução entre os dedos e sob as unhas;
• Esperar as mãos secarem.

Referência para mais de 500 mil pessoas, o Hospital Regional Público da Transamazônica realizou 408.122 atendimentos no ano passado, e alcançou índice de aprovação de 99,48% dos usuários acolhidos pelo hospital, em 2019.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente, realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.