Colaboradores do HRPT são capacitados para trabalho em altura

Eletricista do Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), Edmilson Santana da Silva precisa enfrentar a altura no dia a dia, para garantir a manutenção da unidade. Ele sabe que o trabalho tem que ser bem feito e o mais importante: sem colocar em risco a segurança dele e de outras pessoas. É por essa razão que o colaborador foi um dos participantes do “Treinamento de Trabalho em Altura” realizado no HRPT que é gerido pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em Altamira, no sudoeste do Pará.

A capacitação envolveu funcionários que trabalham no setor de manutenção e no Serviço de Higienização e Limpeza (SHL), que lidam com a altura diariamente. O curso foi dividido em parte teórica e parte prática, na qual os colaboradores simularam situações de trabalho em altura. Para o seu Edmilson, o treinamento foi fundamental para a melhora contínua do serviço prestado na unidade.

“A prática é a melhor parte porque é onde a gente vê o que é preciso para trabalharmos em altura. É importante saber e praticar as ações adequadas para evitar acidentes com a gente e com as pessoas que estão próximas. O curso foi muito proveitoso porque nos deu mais conhecimento a respeito da nossa segurança e da segurança de quem está no hospital”, destaca o eletricista.

O treinamento atende à Norma Regulamentadora (NR) 35, do Ministério do Trabalho, que preconiza medidas de proteção para o trabalho em altura, com o objetivo de garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores envolvidos, direta ou indiretamente, nestas atividades.

“A norma diz que o colaborador  tem que estar capacitado, conhecer os riscos, fazer uma análise preliminar da tarefa e se esta pode ser evitada. Caso não possa, é preciso saber o que precisa ser feito para minimizar os riscos, para que aquele colaborador não se acidente. Trabalhamos as medidas de controle coletivas, como a utilização de escadas, cordas, itens de sinalização; e equipamentos de segurança individuais, como capacete, botas, cinto de segurança, entre outros. Passamos tudo isso nas aulas teóricas e depois testamos, na prática, nas dependências do hospital. Pelo que acompanhamos, os participantes puderam absorver bem o conteúdo”, explica o engenheiro de segurança do trabalho, Harry Miranda, que foi o ministrante da capacitação.

O curso de “Trabalho em Altura” faz parte dos treinamentos programados para este ano na unidade. Os colaboradores foram divididos em duas turmas para participar.