Pacientes renais crônicos participam de programação especial

Para comemorar as festas de final de ano, o Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, promoveu um momento de confraternização para os 96 pacientes renais crônicos, que fazem tratamento na unidade hospitalar.

Durante a festa, organizada pela equipe de Nefrologia, foram distribuídos panetones e presentes. Houve também apresentação de um Coral, formado por 12 crianças, emocionando a todos. “Este é quarto final de ano que passo ao lado dessas pessoas. Observo que aqui, por conta desta prática do tratamento humanizado, que criamos um laço de amor, de carinho e ternura, por isso eu só tenho a agradecer, primeiramente pelo dom da vida, e depois por ter pessoas tão especiais ao meu lado”, disse a paciente Marciane dos Santos, de 25 anos.

Quem também teve vários motivos para comemorar, foi o paciente Francenildo da Silva Alencar, que completou mais um ano de vida. “Eu fiquei feliz por terem lembrado do meu aniversário. Estou aqui há 12 meses, quando cheguei estava muito debilitado. Hoje, tenho tratamento adequado e sou muito bem cuidado. Essa doença poderia ter me tirado a vida, mas pelo contrário, ela me deu mais uma família”, relata.

A confraternização foi dividida em dois dias, para poder contemplar todos os pacientes. “Nós pensamos em reunir todos, mas há uma escala de atendimento. Então, a solução para foi promover dois momentos, de muita alegria. Com a ajuda de parceiros conseguimos distribuir panetone e presentes”, conta a coordenadora de Nefrologia, Rosivânia da Silva Barros, que também angariou cestas básicas para distribuição entre os pacientes.

Segundo a nutricionista da Nefrologia, Viviane Cunha, esse tipo de confraternização alegra a todos da unidade. “Esse tipo de evento dá ânimo para quem cuida e para quem recebe o tratamento. Nós sabemos que a luta desses pacientes é difícil, por isso não medimos esforços. É muito gratificante promover momentos como esse, para tornar a passagem deles, aqui, no HRPT o mais agradável possível”, explica a colaboradora.