Hospital Regional de Altamira passa por fiscalização do Conselho de Serviço Social

O Conselho Regional de Serviço Social do Pará (CRESS/PA) visitou neste mês o Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira. A visita faz parte do cronograma anual de fiscalização, que tem como objetivo avaliar as condições e o exercício do profissional do Serviço Social, bem como, a oferta do serviço.

De acordo com a presidente do CRESS, Janilma Barros, o trabalho executado pelo Assistente Social no HRPT evoluiu. “O profissional cresceu. Ele é bem visto nesse espaço. Isso, na minha avaliação, é muito importante. É um ganho para o profissional. É uma construção que a categoria vem desenvolvendo ao longo dos anos”, pondera Janilma Barros.

Para a assistente social, Juliana Machado, as medidas de controle garantem a seguridade para o profissional. “A visita do CRESS aproxima o trabalhador do Conselho. Temos um canal de comunicação muito bom, sempre presente. A atuação do órgão nos ampara. São nesses momentos de aproximação, que temos conversas sobre a nossa atuação diária, como são feitos os nossos encaminhamentos, quais são as condutas adotadas referentes às demandas dos usuários”, explica a colaboradora.

Atualmente, o assistente social no Hospital Regional de Altamira desenvolve diversas atividades socioeducativas com usuários e familiares, na finalidade de informar os recursos sociais existentes e, assim, viabilizar os encaminhamentos necessários. Comparando os números de atendimentos realizados pelo Serviço social em 2015, nota-se que em 2015 foram realizados 5.858 atendimentos, e em 2016 foram 7.579 atendimentos. Umas das atribuições importantíssimas do setor é viabilizar benefício para o Tratamento Fora de Domicílio (TFD’s), que ajuda os pacientes que moram em outros municípios a garantirem tratamento no HRPT. Em 2015, o setor conseguiu viabilizar 78 TFD’s, e em 2016, o número aumentou para 86 TFDs.

Para a assistente social, Márcia Herrera, a humanização hospitalar deve ser um fator decisivo para o bem-estar do usuário. “Este trabalho demonstra a importância do assistente social, que deve estar preparado para atender os diversos conflitos, procurando não invadir a privacidade dos usuários e familiares, mas ser o agente que articula soluções, na perspectiva de incentivar o usuário e sua família a se tornarem sujeitos do processo de promoção, prevenção, recuperação para promover a reabilitação da saúde”, esclarece.

Administrado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional Público da Transamazônica é referência para 500 mil habitantes, sendo a única unidade a oferecer serviços de Unidade de Terapia Intensiva e Hemodiálise na região.