Hospital Regional de Altamira recebe novos equipamentos de UTI

Os equipamentos irão reforçar a capacidade de atendimento da unidade, referência para uma população de mais de 500 mil habitantes na região do Xingu

O Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, recebeu, na manhã desta segunda-feira, 25/5, dois respiradores mecânicos e oito bombas de infusão, que irão reforçar o combate ao novo coronavírus (Covid-19). Os equipamentos foram obtidos pelo governo do Estado por meio de articulação junto ao Ministério da Saúde.

Com o recebimento, o hospital, que é gerenciado pela Pró-Saúde, passa a possuir um total de 25 respiradores.

De acordo com Edson Primo, diretor Hospitalar da unidade, os equipamentos chegam num um momento importante. “O material reforça a estrutura do Hospital Regional, que é referência para o acolhimento de pacientes com Covid-19. É importante agradecer o empenho do Governo para a região do Xingu”, afirmou.

Referência para mais de 500 mil pessoas nos nove municípios que atende, o hospital, que pertence ao Governo do Estado e é administrado pela Pró-Saúde, realizou 408.122 atendimentos em 2019, e alcançou índice de aprovação de 99,48% dos usuários acolhidos pelo hospital no ano passado.

Sobre a Pró-Saúde

A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa a promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.